Atividade anti fúngica do α-terpinen sobre Candida albicans

Caroline Coradi Tonon, Renata Serignoli Francisconi, Patricia M. Maquera Huacho, Marília Ferreira Correia, Ester Alves Ferreira Bordini, Janaina de Cássia Orlandi Sardi, Denise M. Palomari Spolidorio

Resumen


Objetivo: avaliar a atividade antifúngica do α- terpinen sobre culturas planctonicas e biofi lme de Candida albicans. Material e Métodos: Primeiramente, foi determinada a Concentração Inibitória Mínima (CIM) e a Concentração Fungicida Mínima (CFM) do α-terpinen sobre microrganismos planctônicos. A Nistatina foi utilizada como controle positivo. Biofi lme de Candida albicans foi desenvolvido e, após o tratamento com diferentes concentrações de α-terpinen, foi quantifi cado em UFC/mL, além da atividade metabólica das células ser avaliada por XTT. Resultados: a menor concentração capaz de inibir o crescimento (CIM) foi 0,2 % para o α-terpinen e 4 μg/mL para a Nistatina. Na CIM, os resultados mostraram que a partir da concentração 0,05 % de α-terpinen e 2 μg/mL de Nistatina houve diminuição de C.albicans quando comparado ao controle. A CFM foi para α-terpinen 0,2 % e Nistatina 8 μg/mL. Na quantifi cação as concentrações efi cazes foram de α-terpinen (0,1%) e Nistatina (128μg/mL), e no teste do XTT, observou-se que α –terpinen (0,1%) e Nistatina (256μg/mL) diminuem a viabilidade quando comparado com o controle. Conclusão: Assim, pode-se afi rmar que α-terpineol pode ser uma alternativa para tratamento de infecções fúngicas.


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DOI: https://doi.org/10.20453/reh.v29i2.3527

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